Quando estamos fechados a ideias, o que ouvimos são críticas. Quando estamos abertos a ideias, o que obtemos são conselhos.

Porém um dos ditados que eu mais ouço e discordo é que “se conselho fosse bom, ninguém dava … vendia”

Conselhos, via de regra, vem de pessoas que tem um desejo genuíno de nos ajudar a crescermos nos negócios, sermos felizes na vida familiar ou estudarmos sobre o que nos dá mais prazer.

A arte está em saber distinguir se o conselho é desinteressado e se vem de quem demonstra ter tido sucesso nas suas próprias decisões.

As maiores técnicas de recrutamento ou de venda vem disfarçadas de conselhos. Quando a pessoa lhe diz que você precisa parar de fazer isso ou aquilo pra fazer o isso ou aquilo que ela faz tão bem, pare e pense se isso não é apenas uma forma de recrutamento ou de indução à compra do que ela quer vender.

Estar aberto a ideias é o melhor caminho claro, mas desde que venha de alguém que notadamente se interessou primeiro por aquilo que você faz. Por aquilo que lhe trás felicidade. E que sentou com você para estudar formas de lhe ajudar ou simplesmente para lhe dar conselhos voltados para aquele sonho que você tem e acha que vai dar certo e só precisa de conselhos de quem vê seu sonho sob um outro ângulo.

Cuidado com aqueles que pra subir na vida não tem o menor escrúpulo em usar você como escada. Mas, ao mesmo tempo, não deixe que a sua inibição lhe tire a oportunidade de ouvir bons conselhos.

Você sempre terá o livre arbítrio para escolher o caminho certo a ser seguido. Até porque, se algo não der certo, voltar e recomeçar é rejuvenescedor … embora nem sempre pareça.

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